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Amigo de Colégio – O Boquete

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Você pode saber como tudo começou no conto “Amigo do Colégio – O Início”. Depois daquela tarde, quando Paulinho me masturbou, meu tesão mudou completamente. Éramos muito novos, nossos hormônios estavam em alta e tudo passou a girar em torno de sexo. Eu já era um punheteiro, como qualquer um, nessa idade, mas depois de experimentar a mão amiga do meu colega de classe, passei a me informar e querer saber sempre mais sobre o assunto. As revista Playboy já não me bastavam.

Eu frequentava regularmente a casa do Paulinho, pela tarde, sempre com o objetivo de estudar e toda vez que ficávamos sozinhos ele me punhetava. Isso ocorria quase toda semana e já durava alguns meses. No entanto, era tudo muito rápido e o medo de que Dona Marcia chegasse de repente era enorme. Acho que essa sensação de proibido tornava as coisas mais excitantes. O engraçado é que nunca o Paulinho me pediu para retribuir e com o tempo pareceu estar viciado. Era só a gente ficar sozinho, em qualquer lugar que fosse que ele entrava no assunto. Foi nessa condição de eu descobri os “catecismos”. Se você tem mais de 50 anos vai se lembrar dos livrinhos de foda. Descobri que uma banca no bairro vizinho vendia e passei a juntar o dinheiro do lanche pra comprar. Eram livretos totalmente proibidos de ser vendidos, com desenhos rudimentares e histórias descrevendo em detalhes atos sexuais perversos. Eram punhetas e mais punhetas lendo aquilo. É claro que eu mostrava pro meu amigo e ele realmente gostava. No entanto, como eram contos sobre homens e mulheres, na minha ingenuidade pela pouca idade, minhas atenções ficaram meio que engessadas. Demorei pra imaginar que algumas coisas poderiam ser acrescentadas às punhetas que meu colega me tocava. Até que um dia rolou uma novidade.

– Garotos, eu vou ao médico. Devo voltar em uma hora e meia, mais ou menos. Estou deixando um lanche aqui pra vocês. Tenham um bom estudo.

Dona Marcia deu um beijo no rosto de cada um e quando ela se curvou para beijar meu amigo, pude ver seu decote maravilhoso e seu sutiã rendado. Que mulherão!!!

– Tá bom, mãe. A gente vai estudar mais um pouco e depois assistir TV.

– Dona Marcia, eu vou ajudar a senhora com o portão. Pode ficar tranquila.

E assim, Marcia saiu, nós fechamos o portão e voltamos pra dentro, calados. Pela primeira vez estávamos sozinhos com a segurança de um tempo bem longo. Nem deu tempo de fechar a porta e meu amigo foi dizendo:

– Vem cá, Pazé, senta aqui no sofá que hoje eu quero tocar uma punheta bem tranquila em você.

Eu nem pensei duas vezes: fui logo baixando o short e quando sentei no sofá já estava sem ele. Meu amigo se ajoelhou na minha frente e foi logo segurando no meu pau. Em segundos estava duro como um poste. Ele fazia o vai e vem de costume mas eu estava a fim de algo mais naquela tarde.

– Paulinho, vai devagar, faz bem devagar, quero curtir bastante essa punheta. Hoje estamos tranquilos, temos tempo.

O rosto dele se iluminou, um sorriso delicado surgiu em seus lábios e ele acalmou. Fazia movimentos lentos e suaves. Deixei ele brincar bastante com meu pau. Apesar de muito jovens, já estávamos um pouco acostumados com aquelas punhetas e dava pra controlar bem o tesão. Eu olhava aquilo com um tesão enorme, enquanto minha cabeça pensava em pedir mais à ele. Tinha medo de pedir e perder a mão amiga, mas não poderia perder a chance.

– Paulinho, você se lembra do livrinho da Janeth Terremoto?

– Lembro, sim, porque?

– Lembra de quando ela conheceu o Roger, naquele acampamento?

– Sim, claro que lembro.

– Lembra o que eles fizeram?

– Ahhhh, entendi, Pazé. Ela chupou o pau dele. Você quer que eu chupe o seu?

– Isso, Paulinho, você adivinhou meu pensamento. Vai, chupa ele.

– Sei não, nunca pensei nisso. Será????

– Vai Paulinho, se não experimentar, nunca vai saber como é.

Meu amigo parou a punheta, mas não largou meu pau. Me olhou com uma cara estranha, que eu não sei dizer se era duvida ou nojo. Olhou pro meu pau, depois novamente pra mim, se posicionou arcando as costas e cheirou. Depois, com muito cuidado, passou a língua na cabeça do meu pau. Aquilo foi como um raio me atingindo os culhões. O tesão foi enorme, uma coisa que eu nunca tinha sentido e até hoje não esqueço. A ansiedade tomou conta de mim.

– Isso, Paulinho, assim mesmo, vai…

Sem pensar mais ele abocanhou meu cacete e colocou tudo na boca. Sem saber o que fazer, ficou parado com o pau dentro da boca e meu tesão cresceu ainda mais. Eu sentia sua saliva e sua língua mexendo, o calor da garganta e comandei:

– Vai, Paulinho, agora mexe, como se tivesse batendo punheta, mas devagar.

Sem demora ele começou o vai e vem, lento e depois de poucos movimentos, gozei. Soltei um urro enorme que assustou meu amigo. Os espasmos eram tão violentos que eu me contorcia no sofá e ele pensou que havia me machucado.

– Pazé, que foi? Nossa, eu te mordi? Fala, Pazé!!!

Eu não conseguia me controlar e por instantes fiquei sem ar. Aos poucos fui acalmando e consegui ver meu amigo apavorado, ainda ajoelhado, sem saber o que fazer. Eu ri da situação e ele fez cara de choro.

– Fique tranquilo, Paulinho. Foi só tesão mesmo. Eu quase explodi de tesão.

– Nossa, cara, foi tão bom assim? Não acredito.

– Foi, muito bom. Igual a dez punhetas. Eu vou querer mais. E você gostou?

– Eu tava gostando, mas nem deu tempo de nada e você saiu pulando… então nem deu pra saber.

Eu estava no sofá, meio deitado e meio sentado quando olhei para meu colega e percebi que ele olhava fixamente para meu pau que ainda estava duro.

– Está pensando no que eu estou pensando?

– Estou Paulinho, vamos outra vez. Vem cá, me chupa devagar, bem gostoso.

Sem pensar duas vezes, ele se aproximou enquanto eu me deitei. Ainda de joelhos ele segurou meu pau pela raiz e engoliu. Desta vez lentamente. Começou um vai e vem delicioso, com ritmo, lento e gostoso. Se comportava como quem chupa um picolé. Eu sentia um tesão sem precedentes. Depois de um tempo ele parou.

– E aí, Pazé, o que tá sentindo? Tá bom?

– Tá, sim Amigão. Você está me deixando com muito tesão. Estou lembrando dos comentários do Roger, dizendo pra Janeth como ela chupava bem. Vai, Paulinho, não para, chupa mais que eu vou gozar de novo.

Paulinho voltou a chupar, desta vez mais animado, depois que ouviu que eu gozaria novamente. Desta vez ele também gemia e suspirava alto. O tesão cresceu rapidamente ao ouvir seus gemidos e em instantes, gozei novamente. Foi um gozo calmo, mas intenso e longo, ao ritmo dos movimentos que meu amigo fazia com a cabeça. Eu me contorcia sobre o sofá, quase sem controle enquanto ele se deliciava com meu pau. Fui acalmando e quando percebi, estava todo suado. Ele parou o trabalho que estava fazendo e perguntou:

– E aí, como foi?

– Foi sensacional, Paulinho. Você fez um trabalho de mestre. Uma grande chupada. Acho que a gente pode repetir mais vezes, se você também gostou.

– Claro que gostei. Adoro ver quando você goza. Sabe Pazé, eu nem sabia que dava pra gozar duas vezes seguidas. Fiquei cheio de tesão. Acho que vou tocar uma punheta.

O menino se levantou e sentou-se no que restava de espaço no sofá, já sem o short e com o pintinho duro. Ele tinha pinto pequeno e morria de vergonha disso. Foi a primeira vez que me mostrou o pau, desde que começamos a nossa série de sacanagens. Começou uma punheta rápida e gozou em segundos. O cara ficou vermelho como um tomate e se esticou todo. Quando se recuperou, me olhou e pediu:

– Não conta pra ninguém que você viu meu pau, tá. Não fala que ele é pequeno.

– Claro que não Paulinho, esse é mais um segredo nosso. Nunca vou contar nem que você tem pinto pequeno nem que gosta de fazer sacanagens comigo.

Nós ainda não tínhamos porra nessa época. Então, depois de gozar, era só vestir a roupa e esperar passar o calor e o suor. Arrumamos nossas coisas de escola e voltamos pra sala assistir à sessão da tarde.

Espero que tenha gostado desse relato. Se positivo deixe um comentário e algumas estrelas como incentivo, pois tenho muito mais a contar. Obrigado.

Continua…

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